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8 de dezembro de 2014

Soneto da Fraternidade


Se o amor verdadeiro
É aquele em que o coração está cheio
Está na força da argumentação
Do bem feito em prol do irmão.

Mistérios e fonte de pesquisas para estudiosos
Defendida desde sempre pelos filósofos e religiosos
Sentimento muitas vezes esquecidos pelos cidadãos
E relembrados constantemente pelos cristãos.

Ás vezes perdido pela humanidade
Pelas nações, povos e cidades
Persistentemente e constantemente pelas mães alimentado.

Insistirmos no plantio e no cultivar
Aprenderemos a amar o irmão
E assim construir uma nova nação.



17 de novembro de 2014

Sonho Concreto

Sonho Concreto
Angústia, paixão,
Ódio, amor,
Perdão, encanto,
Fazer, solidão,
Fugir, acontecer,
Falar, querer,
Amar, tristeza.

Sonho!

5 de agosto de 2014

Palavras















        Palavras

Palavras são ditas sempre,
Mas quais são compreendidas?
Fazer da língua uma arma
Não para matar e prejudicar
Sim para libertar-se
Libertar-se das amarras da ignorância.
Libertar-se dos dizeres errantes.
Palavra, palavra, palavra.

Por que poucos a descobrem?
Descobrem a América.
Descobrem vestígios pré-históricos.
Descobrem o Brasil.
De nada adianta se nada tem!
Ter o poder da linguagem
Transformá-la em recursos do bem
Pregar a palavra a fim de progredir.
Fazê-la uma arma da paz.
Palavra transformadora.
Que fará da humanidade
Felicidade plena.

Palavras, palavras, palavras.



23 de maio de 2014

Banquete do Senhor



Baseado nesse vídeo, fiz esse soneto. Vale a pena assistir. 



BANQUETE DO SENHOR

Quando a luz invadir a humanidade,
As trevas dará lugar ao mundo feliz,
Objetivo do espírito que procura a evolução
Unidos fraternamente no socorro do irmão.

Bendito o Filho do Homem
Que com seu amor nos mostrou o caminho.
A estrada da verdade que nos leva ao Pai....
Caridade, bondade e oração nos preparam e fortalecem.

Irmãos! Não deixemos que as tentações
Nos desvie dos degraus evolutivos.
Entreguemos a Jesus nosso espírito em redenção.

A vida eterna é para todos os seres.
Juntos, no bem e na prática do amor ao próximo,
Nos reuniremos no banquete do Senhor.



25 de abril de 2014

Trevas dissipadas















Quero luz nas trevas.
Dissipar as trevas.
Eliminar as trevas.
A luz prevalecer.
Iluminar brandas sementes.
Sementes de amor.
Cura divina.

Luz das almas.
Almas de luz.
Luz, luz, luz!
Luz que ilumina,
Que tranquiliza.
Tranquilidade que acalma,
Amansa e abranda.



23 de abril de 2014

Poema do impossível amor














Sentimentos delirantes,
Esperanças muitas vezes irrealizáveis.
Quero acreditar no amor,
Mas o mundo insiste no contrário.

Angústias são frequentes.
Um sentimento de derrota.
Uma frustração, uma decepção.
Preciso acreditar e amar

Onde buscar?
Em quem acreditar?
Amor, amar, amor.

Preciso achar o caminho
Desejo o quase impossível.
Amar, amor, amar.


2 de dezembro de 2013

Sou a minha cara metade.









A minha metade

Quero gritar aos quatro cantos
Onde você está?
A solidão é imensa
E a falta de você também
Mas o que pensar? O que sentir?

Sentimentos borbulham parecendo um vulcão
Prestes a jorrar larvas de tristeza.
"Só sei  que nada sei!"
veio à mente a fala do poeta
Como ser feliz sem conhecer-se?

"Vida a dois."
"Como se relacionar bem."
"Família perfeita." etc...
Pára! deixem me em paz!
Quero ajuda! preciso dela!
Só pedras em minha direção.

Ser feliz é necessário
mas quero ser feliz comigo
O "eu" que não me encontra
Que falta sinto de mim
Mas uma certeza eu tenho
Só serei feliz ao meu lado.

4 de outubro de 2013

Poema

Viver ou morrer

Vivo cada dia.
Cada dia morro.
Morro, vivo.
Vivo, morro.
Crueldade daqueles
Que nos matam
A cada dia
Com mentiras e hipocrisias.
Bondade daqueles
Que nos ajudam
com sorrisos e abraços.
Então morro ou vivo?
Vivo ou morro?
Não interessa!
Quero viver ou morrer,
Mas feliz e em paz.

19 de julho de 2013

Mais uma bela poesia do meu amigo Di Freitas.











CICATRIZES
                                                           (Di Freitas)




Declaro que fui senhor e possuidor de um escravo
De nome José Crioulo
Negro forte e valente como touro bravo
Valeu cada grama de ouro!

A sua força eu soube explorar
Até não mais aguentar
E num canto da senzala a implorar
A todos os santos para a vida lhe tirar!

Homem-coisa é o que foi!
Objeto de troca do homem branco
Açoitado vezes ao dia no maldito tronco
Confinado como se fosse boi!

Vendido por alguns contos de reis
Mercadoria nobre dos coronéis
Décadas de sofrimento
A lei Aurea pôs fim nesse tormento!

Cicatrizes marcadas no corpo viril
Assim era a vida do negro
no Brasilil! 

1 de julho de 2013

Poema reflexivo!

Escolhi ser feliz

Por que amar?
Amar ou possuir?
Namorar, apaixonar, noivar, casar...
Casar? Por quê?

Pessoas insistem nesse projeto.
Sou diferente por isso?
Quero ter o direito de escolha.
Mas como ter escolhas?

Proibições, regras, imposição.
Quero poder escolher.
Escolher o que quero.
Ser feliz da forma que escolhi.

Escolhi ser sozinho.
Escolhi ser livre
Escolhi ser feliz.

Amor possessivo não é amar.
Amar é completar.
Amar é ser livre , é libertar.

Assim quero amar.
Será que já amo?
Sou livre e feliz.

8 de junho de 2013

Um poema intimista.

Um fio apenas

Angústias atormentam minh’alma.
Sentimento dúbio que consomem minha mente.
Desejos já descobertos
Que muitas vezes se tornam duvidosos.
Quero de volta os hormônios de outrora.
Que faziam queimar meu corpo,
E ilustravam de colorido meus sonhos,
Onde ficaram perdidos?

Cecília Meireles agora faz muito sentido:
“Em que espelho ficou perdida a minha face?"
Tantas ideias perdidas!
Tantas conquistas alcançadas!
Mas as angústias não me abandonam.
Quero encontrar minha felicidade.
Onde ela está?

Sentimentos tortuosos e duvidosos
Escolhas foram acertadas?
Principal questionamento que sobrevive.
Alegria de viver perdida no intimo
Sinto necessidade de alcançá-la.
Que seja apenas um fio
Apenas um fio.
Um fio apenas.
Um fio...
Apenas...

20 de maio de 2013

Meu primeiro soneto. Orgulhoso.


Primeiro soneto

Amizade, sentimento puro.

Distante do ser humano.
Amor, amizade e lealdade.
Não compreendido pelo homem

Egoísmo sufoca.

Ingratidão destrói.
Orgulho corrói.
O homem não entende.

Amigo ser divino.

Longe da compreensão humana.
Próximo de Deus: amizade e amor.

Amor que corrói o egoísmo.

Sufoca e destrói o orgulho.
Como ser divino sem amor e amizade?


8 de maio de 2013

Mais um poema!


Mesmice da solidão

Solidão, mesmice, tédio

Às vezes domina e destrói
Às vezes reflete e possui
Consome e corrói
Como o verme citado pelo poeta.

Dor profunda do ser

Que nos mata aos poucos
Sem razão de ser
Antes morrer de amor!
Sem motivo angustia e definha
Quero ser, quero estar.

Solidão, estar só ou entre multidões.

Como ser feliz sem ser só,
Se me ensinaram que necessito amar?
Tédio! Tédio! Tédio!
Irmão da mesmice, prima da solidão.

Como viver num mundo

Em que oportunidades são poucas?
Tédio, mesmice, solidão
Filhos da tristeza, que invadem a alma
E dela se torna possuidor
Consumindo aos poucos
A estima de um ser só.

Solidão, mesmice, tédio...




Mais um poema nascido do nada, sem razão e sem motivo e que publico aqui. Como disse anteriormente, não me vejo poeta e consequentemente, não me acho capaz de escrever poemas, mas ai está. O comentário de vocês é de suma importância para mim, então comentem.

28 de abril de 2013

Uns dos mais belos poemas.


As Sem - Razões do Amor
Carlos Drummond de Andrade

Eu te amo porque te amo.

Não precisas ser amante,
E nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
E com amor não se paga.

Amor é dado de graça

É semeado no vento,
Na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo

Bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
Não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
Feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,

E da morte vencedor,
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor.


Certa vez uma pessoa muito especial declamou esse poema para mim, foi com uma emoção que já há tempos não era tomado por mim. Nomes não serão ditos aqui, mas identificado por quem a lê. Uma maravilhosa poesia.


16 de abril de 2013

Uma poesia do poeta sul mato-grossense Di Feitas.


IMPURO AMOR



Vejo cintilar o amor
Que num enlace proibido
Desconsola minha dor

Impulsivo amor amante
Que fez de mim joguete
De uma aventura marcante

Desamor em mim não falta
Desalentado é só o momento
Vou desvestir minha alma
Vou expulsar o sofrimento

Por mais distante uma realidade
O fascínio que restava
Esvaiu-se na vasta cavidade
Do flagrante que lhe acompanhava


O amor é mau e impiedoso
Farsista, maioral, poderoso
Este amor não tem jeito
Preciso amar a mim com todo respeito 

26 de outubro de 2012

Não sou bom em poemas, mas.......

PAZ

Paz... palavra curta
de grande significado.
Transformadora.
Nos leva à felicidade.
Nos faz ter esperanças.
Paz, paz, paz!
Tu és cobiçada,
Mas pouco almejada.
Orgulho, egoísmo, cobiça (guerra)
Inimigos da paz
Que insiste em massacrá-la.
Paz, paz, paz!
Apesar de pequena,
ainda hei de ser forte
Para destruir a guerra
E trazer a harmonia
Para todos os povos.
PAZ!

21 de março de 2012

Mais um belo poema do sul matogrossense Di Freitas


SALVE, SALVE A FOLIA!



Salve, salve o povo Brasileiro!
Povo alegre e hospitaleiro!
Já nasce sambando com a bola no pé
Terra de um rei chamado Pelé!

Neste reino de faz de conta
O que impera é a folia de uma falsa democracia
Que nos obriga a votar!
Que democracia é essa que nos tira o direito de optar?

Neste reino de faz de conta
A saúde anda mal!
Faltam leitos em hospital
Doentes amontoados nos corredores
Os médicos nem aí com suas dores!

Neste reino de faz de conta
A vida começa depois do carnaval
Com a cobertura completa no “Jornal Nacional”

Neste reino de faz de conta
Existem políticos “atuantes”!
Que tiram onda com os pobres ignorantes!

Neste reino de faz de conta
O povo não sabe votar
Se soubesse o Collor e o Sarney não estariam lá!

Neste reino de faz de conta
O povo adora ser “coitadinho”
Acorda meu povo!
Temos o poder nas mãos!
Tudo pode mudar no dia da eleição!
Levante a bandeira da coragem!
“Todo ser humano é um universo em si mesmo”
Vá à luta, vá sem medo!

Salve, salve o país do futebol!
Pra que se preocupar com a pobreza?
“O povo só precisa de pão e circo”
Para esquecer a tristeza

Neste reino de faz de conta
Existe uma doença gravíssima
Que se chama esquecimento
O sintoma é fácil detectar
Faz uma forcinha, tente lembrar
No político que você elegeu para te representar

Salve, salve a alegria!
Deixe a melancolia pra lá!
Vem pro reino da fantasia
Tem muito feriado prolongado
Os nossos políticos precisam descansar!


Sidnei Garcia de Freitas - Di Freitas como gosta de ser chamado nasceu em Bandeirantes em 05 de dezembro de 1971. Mudou-se para Campo Grande ainda pequeno por motivo de separação de seus pais onde reside até hoje. Pai de cinco filhos, romântico por natureza e diante da necessidade de expressar seu amor, arriscou escrever versos para sua amada e assim se descobriu poeta aos 37 anos. De sensibilidade extremada, se inspira nos fatos do cotidiano para compor suas poesias. Possui uma poesia publicada na Antologia Poética: Poemas de Mil Compassos, organizada pelo escritor baiano, Elenilson Nascimento, e hoje nos brinda com essa coletânea de seus mais belos poemas.

11 de abril de 2011

Um belo poema sul matogrossense

ARCO-ÍRIS EM PRETO E BRANCO


Cores do arco-íris na avenida enfeitar
Viva a parada do orgulho gay, os excluídos saem para reivindicar!

Eles precisam ser ouvidos
Têm menos valor que um bandido!
Só porque esses têm o sexo definido?

Quando se fala em preconceito
Só se pensa em racial
Herança da descoberta de Pedro Álvares Cabral

O preconceito vai além da cor
Existem seres que não aceitam a opção
É a chamada homofobia
Daqueles que não têm Deus no coração!

As travestis são seres humanos
Como outro qualquer
Têm sentimentos, têm família
Vivem felizes num corpo de mulher!

O caso é sério ninguém faz nada pra ajudar
O que fazer quando o banheiro público precisar usar?
Ele ou ela, e agora, onde entrar?

Coisas do cotidiano
Que causam transtornos e humilhações!
Têm mais dignidade
Do que aqueles envolvidos em corrupções!

No fim do arco-íris, há esperança
De um tesouro encontrar!
A igualdade entre as pessoas
Que vivem a lutar!
Contra o preconceito violento
De alguns que não conseguem aceitar
A cor da pele!
Numa mulher, o homem se transformar!

Quem sou eu para criticar?
Quem é você para criticar?
Jesus Cristo, o homem perfeito
Carinho soube dar
A Maria Madalena
Primeira prostituta de que se ouviu falar!

Esse é o exemplo que temos que seguir
“Amai o próximo como a ti mesmo!”
Sem homofobia, sem preconceitos raciais
Todo ser humano é igual
Nesse mundo, somos simplesmente mortais!




Sidnei Garcia de Freitas - Di Freitas como gosta de ser chamado nasceu em Bandeirantes em 05 de dezembro de 1971. Mudou-se para Campo Grande ainda pequeno por motivo de separação de seus pais onde reside até hoje. Pai de cinco filhos, romântico por natureza e diante da necessidade de expressar seu amor, arriscou escrever versos para sua amada e assim se descobriu poeta aos 37 anos. De sensibilidade extremada, se inspira nos fatos do cotidiano para compor suas poesias. Possui uma poesia publicada na Antologia Poética: Poemas de Mil Compassos, organizada pelo escritor baiano, Elenilson Nascimento, e hoje nos brinda com essa coletânea de seus mais belos poemas.

30 de março de 2011

E por que não?



Quem não quer alguém que te ouça;
Quem não quer alguém que te admire;
Quem não quer alguém que te acaricie, mesmo que de longe.

Quem não precisa de amigos;
Quem não precisa de conselhos ou de um sorriso
Quem não precisa de boas lembranças..

Seja um pouco mais autêntico;
Seja um pouco mais amigo;
Seja, talvez, um pouco mais transgressor.

Acredite um pouco mais.
Ame um pouco mais;
Escancare seus sentimentos
Quem sabe assim seus desejos e anseios serão percebidos

Venha mais para perto. Aproxime-se!
Conte seus segredos, suas alegrias, dores.
Desperte a curiosidade e seja também curioso.
Sente-se conosco e sinta-se parte de um todo. 

                                                    Samarone Soares