Gostaria de dar as Boas vindas a todos os meus alunos, amigos e visitantes do meu blog. Começo a construí-lo no dia 06 de agosto de 2010 às 14:00h.Percebendo que meus alunos muitas vezes solicitam materiais e são muitos, resolvi criar esse blog e aqui postar textos e informações à respeito de técnicas de redação.
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5 de abril de 2015
26 de março de 2015
8 de março de 2015
Revolução pela educção
Revolução
pela educação
Ouvimos sempre pessoas reclamando e se queixando dessa ou
daquela medida declarada pelos governantes quer federal, quer estadual, quer
municipal, porém percebemos que os mesmo grupos de políticos perpetuam no
comando do país em todos os níveis. O que podemos atribuir esse fato?
A sociedade em todos os patamares não possui a consciência
de sua importância no papel transformador. Movidos pela falsa ideologia da impotência
individual, o povo brasileiro continua inconsciente e facilmente manipulado.
Essa contradição, agora, está presente às redes sociais,
novo instrumento de manifestação social, que são bombardeados de “posts”
acusando e criticando atos incoerentes das administrações vigentes. Esses atos conotam
a insatisfação geral, salvo pequeno grupo de apoio em relação aos políticos
eleitos.
Então, por que não reivindicar mudanças em nosso
benefício? Talvez essa resposta esteja presente nas influências e desvios de
atenção provocados por um governo aprendiz de ditador e/ ou pelos mecanismos de
comunicação que insistem em temas que mudam o foco das investigações de
corrupção e de decisões impostas por um governo que “não pede, manda!”.
Alguns citam as causas desses insistentes enganos
eleitorais em falta de educação ou em uma cultura marginal herdada de nossos
colonizadores, porém, vale a pena ressaltar, que as importantes mudanças
sociais foram realizadas por pequenos grupos de cidadãos inconformados com as situações
e revolucionaram as leis e os direitos.
Será que faltam líderes realmente preocupados com o bem-estar
da nação? Os ideais foram transformados em objetivos consumistas impregnados
por uma aculturação capitalista que objetiva o benefício próprio, abandonando,
assim o bem comum que sempre foi o motor propulsor desses que escreveram
história em prol do seu semelhante.
Sendo assim, há vários culpados e inocentes nesse contexto,
eu também me incluo neste. Por preguiça de pensar, lutar e ter opinião própria,
o ser humano acaba por ser seduzido pelas ideias prontas, pelo comodismo e
pelas ideologias implícitas por mensagens publicitárias e midiáticas.
Portanto, o caminho reformador se encontra numa revolução
educacional desde a base familiar até a formação acadêmica para que a
humanidade em geral passe a tomar suas decisões, mas claro, sempre em benefício
do bem comum.
17 de dezembro de 2014
Justiças sem justiceiros
A população deve contribuir para a ação
eficaz da polícia, porém executar pessoas sem o justo julgamento, ou seja, sem
o direito de defesa é retroceder na organização social adquirida pela raça
humana ao longo de sua história.
As diversas nações organizadas em
sociedade humana enfrentaram os mais sanguinários conflitos com o objetivo de
alcançar a justiça social que na maioria das vezes eram massacradas por tiranos
e seus exércitos.
Essas conquistas refletiram numa
humanidade mais justa e consciente, todavia o poder de certos governantes
corrompidos pela ganância e facilidades de domínios ideológicos, gerou uma
insegurança e um descontentamento dos povos mundiais que culminaram em
linchamentos e atrocidades condenáveis, caracterizando um retrocesso na
evolução social.
Vale á pena ressaltar, também, que o
cidadão comum não tem a capacidade e a frieza necessárias para analisar
acusações sem provas concretas e muitas vezes, baseiam-se em boatos de sites
sem qualquer credibilidade.
Portanto é eminente que se exija das
autoridades competentes ortogadas pelo voto popular, políticas em segurança,
educação e políticas sociais a fim de que a confiança em nossa justiça retorne
e se estabeleça a paz e a harmonia e assim diminuir is diversos níveis de
violência no mundo.
25 de julho de 2014
19 de maio de 2014
O parágrafo introdutório.
O
parágrafo introdutório dissertativo
O
parágrafo de introdução deve conter, necessariamente, sua tese, ou seja, o
ponto vista. Esse deve ser exposto em um período de modo que o autor demonstre
claramente do que se trata o texto e a tese a ser defendida.
Por ser um texto objetivo, a
dissertação argumentativa, dentro de sua estrutura e levando em consideração o
número de linhas do ENEM e de qualquer outro concurso (20-30 linhas), exige o
posicionamento imediato logo no primeiro parágrafo. Sendo assim o candidato
deve se ater a esse detalhe. Observe o exemplo a seguir:
Tema: “O poder da transformação pela leitura”.
O
hábito da leitura é o motor propulsor que faz com que o véu da ignorância se
desfaça e assim proporciona um maior significado de liberdade, de capacidade de
pensar e criar opiniões sem influências externas.
Neste exemplo, a tese do autor está bem clara no primeiro período do texto: "O hábito da leitura é o motor propulsor que faz com que o véu da ignorância se desfaça", deixa claro que para ele a leitura é de suma importância para o desenvolvimento intelectual do ser humano. Logo em seguida, os argumentos a serem utilizados para defender tal posicionamento perante o tema são enumerados, observe:
A1 - "proporciona um maior significado de liberdade";
A2- "de capacidade de pensar";
A3 - "criar opiniões sem influências externas".
Dessa forma a organização do texto
é facilitada, pois cada argumento citado será desenvolvido separadamente um em
cada parágrafo sendo disposto de modo que as informações sejam adicionadas uma
a uma criando, assim, a unidade do texto.
13 de maio de 2014
A cultura do estupro
O absurdo de uma
sociedade machista é culpar a vítima de estupro e isentar seu algoz, reflexo de
um país que vê e vende a ideia de que a mulher é um produto sexual nacional,
demonstrando uma ideologia equivocada que visa o homem possuidor do sexo oposto
e esse obrigado a seduzir e com isso cria-se “a cultura do estupro”.
Essa cultura, apesar de
muitas lutarem por igualdade, reflete, também, em algumas mulheres. Evidenciado
pelo senso de despertar nos homens a sexualidade e por serem a maior influência
na educação familiar, caracterizando o “machismo feminino”.
Esse fato é
incontestável levando em consideração a pesquisa do IPEA (instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada) divulgada em 27 de Março de 2014 em que dentre as mulheres
entrevistadas, 42,7% concordaram com abusos sexuais cometidos contra aquelas
que usavam roupas expondo o corpo.
Tal pesquisa causou
grande espanto social. Isso fez com que campanhas contrárias circulassem nas
redes sociais chamando a atenção de setores da sociedade e a discussão permaneceu
em evidência nas mídias contribuindo para uma reflexão nas diversas classes.
Portanto, a falta de
informação de um número significante de cidadãos brasileiros aponta para a
necessidade de investimentos em educação e que o tema esteja sempre presente,
não só nas escolas, mas principalmente entre as famílias, a fim de diminuirmos
os preconceitos e valorizarmos o respeito mútuo.
3 de dezembro de 2013
Será o Apocalipse?!!!!
Em certos momentos percebemos o quão é preocupante a questão do ensino no Brasil. Questionamos o Ensino Básico, mas o resultado negativo está a todo instante na mídia. É prédio que desaba, médicos que esquecem bisturi na barriga de paciente ou até abreviam mortes de quem enchem vagas nas UTIs, professores que não ensinam ou que não se preocupam com o aprendizado, além de vários outros casos nas diversas profissões.
Seria isso a consequência da falta de vontade pública e interesse no ensino de qualidade? Toda causa tem uma consequência e um dia isto voltaria contra nós mesmos. A sociedade confundiu liberdade com falta de obrigatoriedade, com isso a ausência de interesse na intelectualidade se generalizou e só se consolidando nas classes mais privilegiadas, formando dominadores mais capazes de governar as grandes massas ignorantes.
Além desse fato, temos ainda uma sociedade provinda de uma marginalidade, não só causada pelo povoamento, mas também pelo império português e que perpetua até aos dias de hoje. Logo, uma sociedade marginal em que se "dar bem" é sinônimo de valorização e ascensão social, não se observa a educação como prioridade e sim o diploma. "Para que aprender se o que precisamos é de um diploma para passar num concurso ou algo assim?" Esse é o senso comum nos pensamentos das famílias brasileiras.
Sendo assim, mudar esse quadro requer muita vontade, não só política, mas social. Para isso certas atitudes devem ser combatidas para que se formem novos jovens embasados e baseados em honestidade, fraternidade e amor ao próximo. Portanto é necessário uma mobilização de toda a sociedade com um mesmo objetivo: fazer uma sociedade melhor.
1 de outubro de 2013
Civilidade.
Ápice
civil
O homem desde sua criação sente a necessidade de viver em sociedade, essa relação levou os seres humanos a elaborarem leis para dar condições harmônicas a esse grupo, isso é o que chamamos civilidade que inicialmente era imposta por castigos cruéis e violentos e ao decorrer de sua evolução passou a ser respeitada, mas transgressores continuam a ultrapassar limites, além de provocar a desarmonia social.
Quando as sociedades se formaram, as pessoas ainda se encontravam em estado de ignorância e o mais forte prevalecia no comando, gerando assim, atos de crueldade através de punições bárbaras e que a ordem era estabelecida pelo pânico social.
Hoje, essa imposição é mantida através de leis que garantem os direitos de todos e que, de forma mais branda, punem de maneira proporcional ao nível de gravidade dos crimes cometidos pelos infratores. Cada país ou sociedade regem suas normas conforme as suas heranças culturais, podendo ser religioso ou laico.
Por outro lado, encontramos transgressores que insistem em contrariar a ordem e, por conseguinte seu papel civil, ora por ignorância, ora pelo simples fato da sedução pela aventura e o perigo. Muitos desrespeitam as autoridades cometem pequenos delitos e até mesmo infringem leis de trânsito ou um simples som em volume máximo que atrapalho a vizinhança.
Isso, muitas vezes, gera violência acarretada por essa quebra de harmonia que objetiva o convívio social, além da “política da boa vizinhança. Esta promove discussões, brigas, agressões físicas, terminando muitas vezes em assassinatos.
Portanto, a relação calma, fraterna de uma sociedade se estabelecerá quando todos, que nela vivem conscientizarem que cada um deve contribuir com boas atitudes, além de respeitarem os espaços individuais para que finalmente alcance seu ápice evolutivo.
As tecnologias no ensino escolar.
Da acessibilidade tecnológica à educação
As tecnologias avançam a passos galopantes seduzindo as crianças e os adolescentes, além dos jovens e com isso se faz necessárias metodologias e capacitações para a utilização dessas na educação escolar criando novas ferramentas para que a aula se torne atrativa e assim competir com o mercado dos eletrônicos.
As facilidades proporcionadas pelos aparatos tecnológicos fascinam pelo colorido de inúmeras imagens e informações das mais diversas contidas no mundo virtual, enquanto o professor, em sua maioria, se dispõe apenas de quadro, giz e, às vezes, de livro didático, levando ao desinteresse os educandos.
Em razão disso, torna-se evidente elaborarmos métodos que agregam esses mecanismos na rotina da sala de aula em todas as áreas de ensino, mas para que isso ocorra é importante investimentos em tecnologias, nesse caso, pouca vontade política supera a necessidade eminente.
Por outro lado, precisamos, também, diminuir as diferenças que não permitem o acesso a todos dessas tecnologias e, por conseguinte não proporcionando meios para que os educadores desenvolvam seus planejamentos. Isso se constata em escolas com cerca de 5.000 alunos, em que encontramos apenas uma sala de informática, onde computadores são ultrapassados e com um número insuficiente de máquinas para atender a grande quantidade de crianças por faixa etária.
Então é importante ressaltar que sem investimentos e vontade política fica óbvia a dificuldade em motivar alunos e principalmente professores, pois culpá-los é injusto, além de responsabilizá-los por todas e quaisquer ineficácia no aprendizado.
Logo é imprescindível exigirmos políticas sérias em recursos e condições tecnológicas para se fazer real essas necessidades e deixarmos de procurar culpados e buscarmos soluções utópicas de modo que tenhamos uma educação de qualidade e uma nação digna de respeito e admiração com relação ao conhecimento de seu povo.
As facilidades proporcionadas pelos aparatos tecnológicos fascinam pelo colorido de inúmeras imagens e informações das mais diversas contidas no mundo virtual, enquanto o professor, em sua maioria, se dispõe apenas de quadro, giz e, às vezes, de livro didático, levando ao desinteresse os educandos.
Em razão disso, torna-se evidente elaborarmos métodos que agregam esses mecanismos na rotina da sala de aula em todas as áreas de ensino, mas para que isso ocorra é importante investimentos em tecnologias, nesse caso, pouca vontade política supera a necessidade eminente.
Por outro lado, precisamos, também, diminuir as diferenças que não permitem o acesso a todos dessas tecnologias e, por conseguinte não proporcionando meios para que os educadores desenvolvam seus planejamentos. Isso se constata em escolas com cerca de 5.000 alunos, em que encontramos apenas uma sala de informática, onde computadores são ultrapassados e com um número insuficiente de máquinas para atender a grande quantidade de crianças por faixa etária.
Então é importante ressaltar que sem investimentos e vontade política fica óbvia a dificuldade em motivar alunos e principalmente professores, pois culpá-los é injusto, além de responsabilizá-los por todas e quaisquer ineficácia no aprendizado.
Logo é imprescindível exigirmos políticas sérias em recursos e condições tecnológicas para se fazer real essas necessidades e deixarmos de procurar culpados e buscarmos soluções utópicas de modo que tenhamos uma educação de qualidade e uma nação digna de respeito e admiração com relação ao conhecimento de seu povo.
1 de julho de 2013
Texto reflexivo
Diferença igualitária
Ás vezes observamos pessoas e esquecemos suas individualidades e acabamos pré julgando-as por um simples egoísmo alimentado pelo medo de termos que superar conceitos e atitudes que antes não havíamos refletido e executado.
A sociedade atual se alimenta de uma necessidade de determinar regras e conceitos no intuito de controlar os sentimentos e desejos alheios, levando, geralmente, a criar preconceitos e consequentemente estabelecendo diferenças sociais e individuais.
Isso, talvez, pelo fato do desconhecido assustar e exigir dos cidadãos decisões que importunam e transformam seu ritmo natural da vida. A mudança desse outro incomoda menos que a busca do autoconhecimento.
Essa mudança implica em atitudes, muitas vezes radicais, além da queda da hipocrisia e da demagogia que são duas chagas que sustentam a sociedade e bastante valorizadas pelos que lideram e dominam multidões.
Portanto, a aceitação do dito “diferente”, ou seja, daquilo que é estranho a si, seria o melhor caminho para que os seres humanos vivessem em harmonia e conquistassem juntos um mundo mais justo, igualitário e melhor para todos.
10 de junho de 2013
Tema: Como reduzir o número de jovens vítimas de violência?
A violência tem afetado diretamente os jovens brasileiros já há algum tempo devido a uma família desestruturada, perdas de valores e a falta de uma educação atraente e consequentemente a desvalorização da intelectualidade.
Após os movimentos feministas da década de 1960 junto à revolução sexual, esta família perdeu, devido a uma falta de orientação, a estrutura básica levando assim ao número excessivo de produções independentes e os diversos processos de divórcios que acarretaram num desmembramento da família e, por conseguinte, filhos abandonados moralmente e adotados pelo crime.
Somado a isso, os valores morais se dissolveram em razão da explosão de liberdade conquistada pelo fim da ditadura militar no Brasil. A sociedade, sedenta de mudanças, pecou nesse sentido dando liberdade demasiada a esses jovens.
Esse excesso de liberdade também se refletiu na educação escolar. A busca por uma metodologia inovadora que abandonasse a forma imposta e autoritária de outrora, resultou em várias falhas e lacunas a serem preenchidas que fez com que a intelectualidade fosse abandonada.
Todos esses fatores justificam tanta violência e mortes entre jovens e adolescentes. Sendo assim, fica evidente que o melhor caminho para reduzir esse processo está em políticas sérias voltadas para questões sociais e educacionais, mas não devemos esperar apenas do Estado, podemos, também, fazer nossa parte sendo solidários, exercendo nosso papel de cidadãos nos conscientizando que é pelo respeito e fazer valer nossos direitos e principalmente por em prática nossos deveres para que juntos possamos fazer uma sociedade melhor.
18 de maio de 2013
A maioridade penal.
Maioridade preventiva
A raça humana sempre buscou remediar em vez de prevenir. A redução da maioridade penal vem comprovar isso. Famílias desestruturadas, uma educação precária e desmotivadora, além de uma visão negativa com relação ao crescimento profissional e financeiro, leva ao número excessivo de crimes entre os adolescentes.
Essa família que não possui o mínimo de embasamento moral ora por herança analfabeta, ora por ideias primárias de que o importante é ter recursos monetários, culminam nesse menor infrator que não encontra um “norte” para traçar objetivos aliado à esperança.
Outro fator, que vale à pena ressaltar, está na menor perspectiva de um futuro promissor, onde esse jovem possa sonhar e conquistar horizontes profissionais baseados em oportunidades, que em sua maioria, são muito pequenas e assim levando-os a se sentirem à margem social, já que a nação brasileira é capitalista e consequentemente consumista, assim induzindo o menor ao delito.
Além disso, fica evidente que a política educacional não proporciona uma eficiente e sustentável intelectualidade compatível à realidade e à necessidade do povo. Como combater o crime sem o mínimo de conhecimento ao seu povo? Isso comprova a urgência de uma educação de qualidade e assim uma transformação cultural.
Portanto, a mudança na maioridade penal não seria o caminho para punir, ou melhor, reduzir o índice de criminalidade entre os menores de idade e sim uma valorização do povo marginalizado desse país, proporcionando-lhes educação, oportunidades e conquistas através de uma política séria em educação e com isso diminuir as diferenças sociais.
Da amizade!
Relação de caráter social
Desde os primórdios da humanidade o homem, naturalmente, direcionou-se à necessidade de viver em sociedade e com isso descobriu-se as afinidades que resultou na construção de grandes amizades, amizades estas que proporcionou e proporciona ao ser humano o convívio e assim evoluir em direção à felicidade.
Essa amizade existe e está relacionada a todos os meios de progresso e parcerias presentes em lutas e conquistas humanas e vem, ao decorrer dos tempos, apresentando-se em todos os setores. Exemplos disso encontrados nos trabalhos voluntários e até mesmo em campanhas solidárias.
Então, valorizar o amigo é como construir, em si mesmo, a fortaleza necessária para encararmos todos os impasses da vida cotidiana e os conflitos pessoais no curso da nossa existência.
Esse sentimento, retratado por tantos pensadores, poetas e artistas, enfim por muitos, denota a beleza abstrata e inatingível comparada, talvez, às adorações divinas cultuadas tantas vezes pelas diversas sociedades mundiais, demonstrando um dos mais puros sentimentos de amor, pois não há cobranças, nem possessão, apenas alegria, cumplicidade e lealdade.
Sendo assim, fica evidente e indispensável esta para a conquista da felicidade plena e, também, cultivar, retribuir, amar, ser carinhoso são atitudes para que a amizade se sustente e dure para toda a vida.
3 de abril de 2013
Mais uma dissertação
Do conhecimento a
liberdade
A necessidade de conhecimento para o ser humano é algo inerente. Ao longo dos séculos, o homem sempre buscou se aprimorar, pois o instinto racional é intrínseco à pessoa e a falta desse conhecimento reflete na sua saúde mental e social.
Desde o início dos tempos, os seres humanos, de forma incessante, procuraram respostas para todas as questões relacionadas à sua existência e com isso os levaram a descobertas incríveis, além de um avanço tecnológico. Veracidade desses fatos comprovados nos livros de história.
Outra relevância seria o instinto humano de sobrevivência que fizeram com que as sociedades humanas se conhecessem e assim encontrassem soluções para o aprimoramento em suas constantes evoluções.
Contudo, alguns, ou por falta de oportunidade, ou por inércia, insistem em não se informarem, ou seja, vivem com pouca intelectualidade e, por conseguinte, notam-se sociedades inteiras vitimas de domínios ideológicos, resultando numa “doença social” e numa “lavagem cerebral”. Como em casos presentes no Nazismo, Império Romano, ditaduras militares e poderes midiáticos.
Sendo assim, uma sociedade que queira se perpetuar, precisa tomar como prioridade a educação de sua população e consequentemente trazer o conhecimento junto com a intelectualidade para que todos tenham capacidade de raciocínio e assim serem livres.
Desde o início dos tempos, os seres humanos, de forma incessante, procuraram respostas para todas as questões relacionadas à sua existência e com isso os levaram a descobertas incríveis, além de um avanço tecnológico. Veracidade desses fatos comprovados nos livros de história.
Outra relevância seria o instinto humano de sobrevivência que fizeram com que as sociedades humanas se conhecessem e assim encontrassem soluções para o aprimoramento em suas constantes evoluções.
Contudo, alguns, ou por falta de oportunidade, ou por inércia, insistem em não se informarem, ou seja, vivem com pouca intelectualidade e, por conseguinte, notam-se sociedades inteiras vitimas de domínios ideológicos, resultando numa “doença social” e numa “lavagem cerebral”. Como em casos presentes no Nazismo, Império Romano, ditaduras militares e poderes midiáticos.
Sendo assim, uma sociedade que queira se perpetuar, precisa tomar como prioridade a educação de sua população e consequentemente trazer o conhecimento junto com a intelectualidade para que todos tenham capacidade de raciocínio e assim serem livres.
1 de outubro de 2012
A humanidade sempre foi dominada de forma repreensiva, ou seja, violenta e proibitiva. Após séculos, finalmente se descobriu a fórmula mais passiva de dominação em massa: a mídia e a ideologia do conhecimento desnecessário.
Resgatando a história, percebe-se que os povos sempre foram divididos entre os fortes (dominadores) e os fracos (dominados). Esta conquista era geralmente através de guerras, escravidão e imposição da força, que gerava, assim, grandes revoltas populares que perturbavam a ordem pública.
Estas manifestações, geralmente, eram lutas por liberdade e por mais justiças sociais, em que visava, principalmente, o bem estar de uma sociedade. Um exemplo claro disso no Brasil foi a era da ditadura militar em que muitos morreram e foram torturados pela defesa dessa liberdade.
Mas apesar de todas as revoltas registradas na história, hoje vivemos uma época de manipulação da grande massa, que, sem perceber, de forma passiva é guiada em direção daquilo que as minorias dominantes as programam e tomam atitudes convenientes a uma falsa ordem social. Atitude esta que nos traz mais preocupações que as grandes e sangrentas revoltas populares.
Sendo assim, enquanto a população não derrubar o véu da ignorância que lhe envolve e adquirir opinião própria através do conhecimento, continuarão sendo robôs de uma mídia manipuladora e consequentemente dominados.
A união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Democracia Civil
A união civil entre pessoas do mesmo sexo é um avanço para sociedade moderna, já que os papeis de companheirismo se assemelham ao de cônjuges ditos formais para lei atual. Assim, se há vida construída por ambos, essa deve assegurar os direitos iguais para todos.
Percebe-se que ideologias contrárias às relações homossexuais foram e continuam impregnadas numa sociedade em que religiões dominadoras e proibitivas introduziram a ideia do pecado a tudo aquilo que contraria as uniões heterossexuais por serem consideradas maneiras “incorretas” de se constituir famílias e de dar continuidade a espécie.
Se um paralelo for traçado com relação a esse fato, veremos que a hipocrisia impera e que os povos antigos eram menos evoluídos e consequentemente, mais sujeitos ao medo e à ira do Criador, como que Esse fosse um ser que punisse e amaldiçoasse sua criatura em vez de amá-la.
Hoje é nítida a perda desse fanatismo e a sociedade, ao longo de sua formação, conquistou direitos importantíssimos sendo uns deles, a liberdade de ir e vir, além da liberdade de escolhas. Assim é contraditório querer privar essas pessoas de assegurar esses direitos e garantir um futuro digno aos seus companheiros de uma vida.
Portanto, uma sociedade que quer realmente se intitular democrática, tem como obrigatório em sua legislação, os direitos assegurados a todos, já que as obrigações são estendidas aos cidadãos sem distinção.
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